O que é ser um missionário? 
O que faz um missionário?  
Como vive um missionário brasileiro no exterior? 
Quem pode ser missionário?  
Quantos missionários estão fora do Brasil? 
Onde estão?  
E os missionários que ajudamos? 
Combonianos, jesuítas, franciscanos e outros
 
   
Ir. Cristiane - Etiópia
 
       
   
 

Missionário

      “....A Igreja é por sua natureza missionária, porque o mandato de Jesus Cristo não é algo contingente e exterior, mas alcança o próprio coração da Igreja. Por isso, toda a Igreja e cada uma das Igrejas é enviada ad gentes" (Redemptoris missio, 62).
      Com efeito, o mandato missionário constituiu a preocupação de Jesus, antes do seu regresso definitivo para o Pai. Na Galileia, no derradeiro encontro com os Apóstolos, depois da Ressurreição, Cristo ordenou: "Ide, pois, e ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a cumprir tudo quanto vos tenho mandado" (Mt 28, 19-20). Este é o testamento, que o Senhor entregou à Igreja e que nela viveu nos dois mil anos da sua história.”
      “... Santidade e missão afirma o Papa são um binómio inseparável da vocação de cada baptizado....”
      “Ajudados por Maria, não hesitaremos em dedicar-nos com generosidade à difusão do anúncio evangélico até aos extremos confins da terra.”

Fonte:” Discurso do Papa João Paulo II pelo Dia Missionário Mundial”

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O que é ser missionário?

     É ser fiel ao seu Batismo. Quando temos o desejo de reconciliar o mundo com nossos sacrifícios, nossas orações, nossa ajuda material, estamos sendo missionários. Se trabalhamos com doente, com comunidade de base, escolas, pastorais, sempre intencionando a promoção da vida, estamos revelando Cristo, porque Ele é a VIDA.

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O que faz um missionário?

     Tudo o que for oportuno em função do anúncio do Reino de Deus. Se somos impedidos de fazer o anúncio explícito, o fazemos pelo testemunho de nossa Caridade.

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Como vive um missionário brasileiro no exterior?

     Com dificuldade, são ricos de Fé, mas pobres de meios de subsistência. São testemunhos vivos da força de nosso Deus. Em geral moram em comunidades com missionários de outro países.

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Quem pode ser missionário?

     Todos os batizados, no Batismo somos chamados à santidade e à missão. Para ser missionário fora do Brasil, é oportuno participar de uma organização.

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Quantos missionários estão fora do Brasil?

    Conforme fontes do Além Fronteiras: www.alemfronteiras.org.br são, atualmente 1826 missionários.

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Onde estão?

 
     
  África América Europa Ásia Oceania  
     
 
= Missionários
= Europa
 
 
     
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Missionários na África
 
   
  _01. Angola
Ir. Dorvalino Cantelli
CP. 1326 Luanda Angola
 
  _02. Angola
Frei Márcio Terra
franciscanos@netangola.com - Angola
 
  _03. Angola
Ir. Carmelita Zanella
carmelitazanella@hotmail.com - Angola
 
  _04. Angola
Ir. Ester Giacomet
carmelitazanella@hotmail.com - Angola
 
  _05. Angola
Ir. Ana Assunção
CP. 614 - Luanda - Angola
 
  _06. Angola
Ir. Terezinha Ramos
CP. 2268 - Huambo - Angola
 
  _07. Angola
Ir. Sandra Cristina
CP. 2268 - Huambo - Angola
 
  _08. Angola
Ir. Olinda Maria Corrêa
CP. 2268 - Huambo - Angola
 
  _09. Angola
Ir. Julia
CP. 12 - Menongue - Angola
 
  _10. Angola
Ir. Tania Maria
CP. 139 Malanje - Angola
 
  _11. Angola
Ir. Francisca
CP. 139 Malanje - Angola
 
  _12. Angola
Ir. Maria Olimpia
CP. 139 Malanje - Angola
 
  _13. Angola
Frei Mario Stein
Katepa-CP .211- Malange - Angola
 
  107. Angola
Ir. Ana Pereira da Silva
CP 614 - Prenda - Luanda – Angola
 
  116. Angola
Ir. Antonia Pereira Cruz
Fraternidade Madre Avosani - CP 3281 - Luanda - Angola
 
  127. Angola
Ir. Aida Ana Fabrini
calabria.beng@ebonet.net  - Benguela – Angola
 
  128. Angola
Ir. Dorvalina Heizen
Luanda - Angola
 
  129. Angola
Ir. Vânia Maria Vieira
Luanda - Angola
 
  130. Angola
Ir. Vera Maria da Silva
Bairro Acadêmico - CP. 2268 - Huambo – Angola
 
  131. Angola
Ir. Martinha
Kaála - Angola
 
  132. Angola
Frei Hermenegildo Pereira
Luanda – Angola
 
  133. Angola
Frei Ângelo Vanazzi
Luanda – Angola
 
  134. Angola
Pe. Juares Duarte de Oliveira
mdivino@snet.co.ao  C.P. 1326 – Luanda – Angola
 
  135. Angola
Pe. Paulo Salvi
Calabria.beng@ebonet.net  CP. 372 - Benguela – Angola
 
  165. Angola
Ir. Fátima de Souza
Angola
 
  166. Angola
Ir. Ivete Gasparetto
Angola
 
 
176. Angola
Ir. Maria Olimpia da Conceição
R. F, 31 - Bairro Palanca - Caixa Postal 6966 - Luanda - Angola
 
  177. Angola
Ir. Darlene Francisca Lima
Caixa Postal 3281 - Luanda - Angola
 
  184. Angola
Frei Ângelo José Luiz
Rua Sanatório s/n – Palanka – C.P. 649 – Luanda – Angola
 
  _14. Cabo Verde
Pe. Alvamir
orionesal@cvtelecom.cv
 
  136. Camarões
Ir. Ângela Magno
Yaoundé - Camarões
 
  148. Camarões
Ir. Luiz Fernando
B.P. 7 - Guidiguis – Marova- Camarões
 
  186. Camarões
Ir. Inês Feller
Com. Notre Dame de la Visitation Paroisse Saint Pierre – B. P. 75 – Garoua – Cameroun
 
  _15. Chade
Ir. Geny Maria da Silva
Bebedja - BP.22 - Doba - Chade
 
  _16. Chade
Ir. Cyra
Bebedja - BP.22 - Doba - Chade
 
  151. Chade
Ir. Nilma do Carmo
Danamadji - Chade
 
  185. Costa do Marfim
Ir. Dirce Ungaro
B.P. 21 – Prikro – Costa do Marfim – África
 
  _17. Egito
Ir. Josefina F. da Rocha
83963 - Nagaa-EI Syagh Sawaghi - Luxor - Egito
 
  147. Eritreia - AF
Ir. Sandra Regina Amado
Asmara - Eritreia
 
  174. Etiópia
Ir. Cristiane de Oliveira Lima
Comboni Missionary Sisters - P.O.Box 4748 Addis Abeba - Ethiopia.  coliveiralima@yahoo.com.br
 
  _18. Gabão
Ir. Maria Luiza
maluizandrade@yahoo .fr
 
  _19. Gabão
Ir. Inácia Josefa dos Santos
BP. 78 - Lastoursville - Gabão
 
  _20. Gabão
Ir. Carmelita Pereira de Jesus
BP. 78 - Lastoursville - Gabão
 
  112. Gabão
Ir. Elisabele Martins
Gabão
 
  _21. Guiné Bissau
Ir. Geralda
Cúria-Apartado 20-1001 Bissau - Guiné Bissau
 
  _22. Guiné Bissau
Ir. M. Gilvanda dos Santos
Cúria-Apartado 20-1001 Bissau - Guiné Bissau
 
  _23. Guiné Bissau
Ir. Genilce da Silva
Cúria-Apartado 20-1001 Bissau - Guiné Bissau
 
  _24. Guiné Bissau
Pe. Jorge Damasceno
jorgedamasceno113@hotmail.com- Guiné Bissau
 
  _25. Guiné Bissau
Pe. Luiz Miranda
Mansoa - M'Loren - Guiné Bissau
 
  _26. Guiné Bissau
Dom Pedro Zilli
caritas@mail.bissau.net - Guiné Bissau
 
  _27. Guiné Bissau
Ir. Suzana Matos Melo
CP. 216 Bissau Guiné Bissau
 
  _28. Guiné Bissau
Ir. Maria G. Soares
CP. 216 Bissau - Guiné Bissau
 
  117. Guiné Bissau
Ir. Sidnéia Silva Nascimento
C. Dioc. de Bissau- Apart. 20-1001–Bissau Codes–G. Bissau
 
  142. Guiné Bissau
Pe. Darcy Augusto Alves
Qakir Autula – CP. 385 – 1031 – Bissau – Guiné Bissau
 
  178. Guiné Bissau
Ir. Maria de Lourdes Melo
C.P.216 - Bissau - Guiné Bissau
 
 
180. Guiné Bissau
Ir. Maria Mônica Fernandes
Comunidade N.Senhora da África - Caixa Postal 216 - Bissau - Guiné Bissau
 
  _29. Moçambique
Pe. Gervasio Ronchi
svdmonapo@teledata.mz
 
  _30. Moçambique
Ir. Ayres
centroguiua@teledata.mz
 
  _31. Moçambique
Pe. Mario de Carli
imclichinga@teledata.mz
 
  _32. Moçambique
Ir. Agostinho
imclichinga@teledata.mz
 
  _33. Moçambique
Pe. Adriano Prado
CP.75 - Cuamba - Niassa - Moçambique
 
  _34. Moçambique
Pe. Arlei
CP.4 - Vilanculos-lnhambane - Moçambique
 
  _35. Moçambique
Ir. Lucia P.
CP. 411 - Muatala-70100-Nampula - Moçambique
 
  _36. Moçambique
Ir. Rosineide
CP. 411 - Muatala-70100-Nampula - Moçambique
 
  _37. Moçambique
Ir. Francinete Ribeiro
CP. 411 - Alua - 70100-Nampula - Moçambique
 
  _38. Moçambique
Ir. Creny Maria da Cruz
CP. 411 - Alua - 70100-Nampula - Moçambique
 
  _39. Moçambique
Pe. João Batista R.
jbr280@hotmail.com - Moçambique
 
  _40. Moçambique
Pe. Paulo Araujo Rocha
CP. 85 31500 -Buzi - Moçambique
 
  _41. Moçambique
Maria de Lourdes
lourdeslmc@hotmail.com - Moçambique
 
  _42. Moçambique
Rosilene Coelho
rosicoelho@hotmail.com - Moçambique
 
  _43. Moçambique
Roberta
ldcuamba@teledata.mz - Moçambique
 
  _44. Moçambique
Pe. José Eugenio Fávero
jefavero@uol.com.br - CP.173 - Cuamba - Niassa - Moçambique
 
  _45. Moçambique
Pe. José Eduardo Caetano
CP. 60 - Xai-Xai-Gaza - Moçambique
 
  _46. Moçambique
Ir. Ana Maria Lima
consomat@zebra.uem.mz - Moçambique
 
  _47. Moçambique
Ir. Celma
consomat@zebra.uem.mz - Moçambique
 
  _48. Moçambique
Ir. Ana Maria V.
wuyani@hotmail.com - Moçambique
 
  _49. Moçambique
Ir. Sandra dos Reis Barros
wuyani@hotmail.com  CP. 178 – Inhambane - Moçambique
 
  _50. Moçambique
Ir. Maria Apparecida Dias da Silva
kthesing@stratosnet.com - Moçambique
 
  _51. Moçambique
Ir. Antonia Ramos da Luz
kthesing@stratosnet.com - Moçambique
 
  _52. Moçambique
M. Elilda dos Santos
Mosteiro M. Dei - CP.319 - Nampula - Moçambique
 
  _53. Moçambique
Ir. M. Helena de Souza
enida@teledata.mz - Moçambique
 
  _54. Moçambique
Ir. Ana Beatriz Costa Rocha
CP. 23 22800 - Morrumbene - Inhambane - Moçambique
 
  _55. Moçambique
Ir. Maria Inês
CP. 23 22800 - Morrumbene - Inhambane - Moçambique
 
  106. Moçambique
Ir. Edna Z. de Azevedo
CP. 173 92500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
  110. Moçambique
Ir. Aida Nunes
Inharrime - Moçambique
 
  111. Moçambique
Ir. Maria Aparecida Gonçalves
Nampula - Moçambique
 
  113. Moçambique
Ir. Ana Maria da Conceição
C.P. 173 – 92500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
  114. Moçambique
Pe. Rosalindo Dall’Aguinese
Sant. N.Sra. de Fátima- Mecanhelas – Niassa - Moçambique
 
  115. Moçambique
Ir. Assunção Rebouças
CP. 173–92500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
  118. Moçambique
Ir. Jane José Faria
CP. 173–92500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
  119. Moçambique
Ir. Maria do Carmo
CP. 173–92500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
 

120. Moçambique

Inês Berns
CP. 66 – 92.500 – Cuamba – Niassa - Moçambique
 
  124. Moçambique
Pe. Elio Roma
Maputo - Moçambique
 
  126. Moçambique
Ir. Vera Lúcia Geraldo
Buzi - Moçambique
 
  138. Moçambique
Ir. Clara Maria
Iapala - Moçambique
 
  152. Moçambique
Ir. Catarina Pratissoli
Vitoria - Moçambique
 
  154. Moçambique
Pe. Jaymir Bada
Buzi -Moçambique
 
  155. Moçambique
Ir. Maria Lourenço Soares
Metarica/Lichinga - Moçambique
 
  157. Moçambique
Ir. Maria Aparecida do Nascimento
C.P. 432 - Nampula - 31-- - Moçambique
 
  158. Moçambique
Ir. Celina dos Santos
Cuamba - Moçambique
 
  160. Moçambique
Ir. Guilhermina Vicente
Moçambique
 
  163. Moçambique
Gildo Nogueira
Nipepe - Moçambique
 
  167. Moçambique
Ir. Verônica Brito Guimarães
Moçambique
 
  181. Moçambique
Ir. João Luiz de Castro
Matacuame - C.P.-1233 - Beira - Moçambique
 
  _56. Quênia
Pe. Carlos
POB. 35 00517 - Uhuru Gardens - Nairobi - Quênia
 
  _57. Quênia
Ir. Nadi Maria de Almeida
POB. 8   30601 - Kacheliba - Quênia
 
  _58. Quênia
Pe. Jovercino Siqueira
POB. 21- Sololo - via Marsabit - Quênia
 
  _59. Quênia
Pe. Robinson de Castro Cunha
POB. 15519 Mbagathi - Nairobi - Quênia
 
  _60. Quênia
Pe. Paulo José Damim
scolaticat@hotmail.com
 
  144. Quênia
Pe. Wellington Alves de Souza
POBox  21102 - Nairobi 00505 - Quênia
 
  _61. Rep.Centro Africana
Pe. Domingos Savio
BP. 5-Grimari - Rep. Centro Africana
 
  _62. Rep.Centro Africana
Ir. Dalva Areia
BP. 1410-Bangui- Rep. Centro Africana
 
  _63. Rep.Centro Africana
Ir. Cirene L. de Mattos
S.Combon.- M.Cath.- BP. 1410-Bangui- Rep. Centro Africana
 
  _64. Rep.Centro Africana
Ir. Silvani Cristina Nava
S. Combon.– BP. 1410-Bangui- Rep. Centro Africana
 
  _65. Rep. Dem. Congo
Pe. José Tolto
allamanokin@ic.cd
 
  _66. Rep. Dem. Congo
Ir. Maria Teresa
BP. 16181-Kinshasa 1- Rep.Dem.Congo
 
  _67. Rep. Dem. Congo
Ir. Elisabeth C. Imperial
BP. 16181-Kinshasa 1- Rep.Dem.Congo
 
  _68. Rep. Dem. Congo
Pe. Wilson
dehon.congo@inmarsatocic.net
 
  _69. Rep. Dem. Congo
Pe. Eligio
dehon.congo@inmarsatocic.net
 
  _70. Rep. Dem. Congo
Pe. Mateus
dehon.congo@inmarsatocic.net
 
  _71. Rep. Dem. Congo
Pe. Joaquim D. Tomba
Maison Du Sacré-Couer Procure-BP.505 - Kisangani-Republique du Congo. dehon.congo@inmarsatocic.net
 
  _72. Rep. Dem. Congo
Pe. Walmir
dehon.congo@inmarsatocic.net
 
 

122. Rep. Dem. Congo

Ir.Izabete dal Farra
S. M. Provinciale – B. Bessieux – B.P. 340 - Libreville – Cabão
 
  _73. Rep. Sul Africana
Pe. Olivaldo Lima Mendes
POB. 19 Lothair 2370 Rep.Sudafricana
 
  108. Rep. Sul Africana
Gustavo M. Corrêa
gmcorrea@global.coza
 
  _74. Tanzânia
Pe. José Roberto
POB. 54 - Njombe-lkondo - Tanzânia
 
  _75. Tanzânia
Pe. Verna Mohr
vernamohr@katamail.com
 
  143. Tanzânia
Pe. Moisés Roberto Facchine
POBox 352 – Iringa- Tansânia
 
  187. Tanzânia
Pe. Osmar Zucato
Catholic Church Madege – P.O. Box 616 – Iringa – Tanzânia ozucatto@consolata.net   
 
  _76. Togo
Pe. José Ap.Tozzo
josetozo@ticalinet.be
 
  _77. Togo
Ir. Marli G. M.
srssspstogo@bibway.com
 
  _78. Uganda
Pe. Helder
POB. 40088 - Nakawa-Kampala - Uganda
 
  _79. Uganda
Ir. Jandira Silva Fernandes
POB. 6 - Kampala - Uganda
 
  125. Uganda
Ir. Maria José Alves da Silva
Catholic Church P.O.Box 247 GULU - Uganda
 
  153. Uganda
Pe. Vanderlei Berviam
Kotido - Uganda
 
  156. Zaire
Ir. Sirlene
Isiro - Zaire
 
  _80. Zambia
Pe. Omir Oliveira
POB. 80250 - Kabwe - Zâmbia
 
 
 
 
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  Missionários na América  
       
179. Bolívia
Ir. Bernadette Furlanetto
Ir. Antônia Constantina
Casa Parroquial Magdalena - Beni - Bolívia
 
188. Brasil
Pe. Vinilton
Pará - Brasil. (CNBB )
 
_81. Chile
Ir. Bernadeth Rodrigues Jardim
inlavictoria@yahoo.es
 
_82. Chile
Ir. Néli Lopes Pereira
nelilopes@hotmail.com
 
_83. Colombia
Pe. Sérgio
Apar. Aério 2421-Marilabaja-Cartagena-Colombia -M.Cecília
 
149. Colombia
Pe. Alcides Costa
isinfrom@colomsat.net.co  Santafé de Bogotá - Colombia
 
173. Colombia
Ir. Maria do Socorro Ribeiro
Missioneras Combonianas/ Bairro "La Liberdad" A.A.10.180 - Buena Ventura Valle.  socorrosatmar39@ig.com.br
 
_84. Equador
Pe. João Batista
Guasmo Sur-Apartado 09-01-8590- Guayaquil - Equador
 
121. Equador
Pe. José Luiz Izidoro
Equador
 
_85. Mexico
Ir. Dina Ramos
dirasi@yahoo.com.mx
 
137. Mexico
Pe. Sandoval Dutra
Pe. Kino Y Reforma – Apdo. P.27 – 23000 –La Paz - Mexico
 
183. Nicarágua
Pe. Arnaldo Alves de Souza
Parroquia Maria Reina - Casa Cural Palacaguina, Dep.de Madria - Nicarágua
 
_86. Peru
Ir. Amine
miscomne@terra.com.pe   Lima - Peru
 
_87. Peru
Ir. Marcia
miscomne@terra.com.pe
 
_88. Peru
Andréia Lúcia
C.M.Villaregia-Jr.José de la Torres Ugarte s.n.-Mariano Melgar–Lima 35 – Peru
 
172. Peru
Ir. Cidineiz do Carmo Prate
Jr. José de la Torre Ugarte s/n Mariano Melgar - Lima 35 cmvli@terra.com.br
 
_89. Porto Rico
Pe. Gilberto Angelo da Silva
cmvpr@xsn.net
 
150. Venezuela
Pe. Vilson Jochem
Venezuela
 
   
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Missionários na Ásia  
         
 
_90. China
Ir. Marinei P. Alves
mpessanha_alves@hotmail.com
 
 
_91. China
Ir. Isabel
isabellapatuzzo@hotmail.com
 
 
_92. China
Ir. Mirian Rotta
paulinas@macau.ctm.net  Livr.S. Paulo-R.do Bispo,11-Macau
 
 
139. China
Pe. Valnei P. Reghelin
reghelin@hotmail.com
 
 
_93. Coréia
Pe. Luiz Emer
kuryong@consolata.or.kr
 
 
_94. India
Pe. Alberto Mariavetti
D/75 Panchsheel Enclave-110017-New Delhi-India
 
 
_95. Israel
Ir. Iraílde Maria Ferreira
eccehomo@inter.net.il  POB 19056, 91190 Jerusalem– Israel
 
 
123. Japão
Fr. Valdir Nunes Ribeiro
valdirnr@hotmail.com  Japão
 
 
_96. Jordania
Ir. Janete Santos de Castro
POB. 2 - Karak 61142 - Jordania
 
 
146. Rússia
Pe. Luiz Carlos Morouski
Moscou - Rússia
 
 
109. Singapura
Ir. Cecília Tham

Canossian School for Hearing impaired 100 Jalan Merbok - Singapore - 598454

 
 
_98. Timor Leste
Ir. Maria Beatriz Mohr
CP. 111 - DiIi - Timor Leste
 
 
_99. Timor Leste
Ir. Maria Odete
CP. 111 - DiIi - Timor Leste
 
 
100. Timor Leste
Ir. Elenice
CP. 111 - DiIi - Timor Leste - Maria Marta
 
 
101. Timor Leste
Ir. Maria Helena
CP. 111 - Dili - Timor Leste
 
 
102. Timor Leste
Eliane
CP. 111 - DiIi - Timor Leste - César Albuquerque
 
 
103. Timor Leste
Ana Jacira
CP. 111 - DiIi - Timor Leste
 
 
140. Timor Leste
Ir. Terezinha Kunen
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
141. Timor Leste
Ir. Maria Ilnar Pimentel
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
161. Timor Leste
Ir. Maria Nieta
Timor Leste
 
 
164. Timor Leste
Timor Leste
 
 
168. Timor Leste
Ir. Ivanilde - MMB
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
169. Timor Leste
Lúcia Fátima - SJB
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
170. Timor Leste
Ir. Vera Lúcia Palermo
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
171. Timor Leste
Ir. Zélia Neiss
C. Mission. Brasileiro-Manatuto-Laleia-CP.111-Dili- T. Leste
 
 
175. Timor Leste
Pe. Carlos Alberto - SVD
Biara Soverdi St. Arnoldus Janssen Jl.Baru Taebesi - Kuluhun P.O. Box 433 Dili - T. Leste.  flores109@hotmail.com
 
         
 
 
           
  Missionários na Oceania  
       

_97. Papúa Nova Guiné

Pe. Josef Repelewicz
POB. 497-Mount Hagen,WHP - Papua-Nova Guiné
 
145. Nova Zelândia - AF. Sul
Ir. Ana Melo
Porina - Nova Zelândia
 
       
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Missionários na Europa      
       

104. Armênia

Pe. Sebastião Cesar Barbosa
Khorenatsi Nerbantsk 1-Maison 3-Gümri - Armênia
 
105. Ucrânia
Pe. Luiz Talacz
Vinnitskaya Obl.R-n Mur.Kurylovce-288654 Verboviets ul Komsomolskaya 6-Ucrânia
 
       
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E os missionários que ajudamos?
     Em 33 países, distribuídos pelos 5 Continentes para os quais rezamos o Terço.

     “Santidade e missão afirma o Papa são um binómio inseparável da vocação de cada baptizado.”

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  Combonianos, jesuítas, franciscanos e outros.
Giuseppina Bakhita
Arnaldo Janssen
Daniel Comboni
João Calábria
José Freinademetz

 
     
     
   
 

            

 

Giuseppina Bakhita (1869-1947)
Josefina Bakhita
Religiosa sudanesa da Congregação das Filhas da Caridade (Canossianas)

 
     
 

Irmã Josefina Bakhita nasceu no Sudão (África), em 1869 e morreu em Schio (Vicenza-Itália) em 1947.
Flor africana, que conheceu a angústia do rapto e da escravidão, abriu-se admiravelmente à graça junto das Filhas de Santa Madalena de Canossa, na Itália.

A irmã morena
Em Schio, onde viveu por muitos anos, todos ainda a chamam«a nossa Irmã Morena».
O processo para a causa de Canonização iniciou-se doze anos após a sua morte e no dia 1 de dezembro de 1978, a Igreja emanava o Decreto sobre a heroicidade das suas virtudes.
A Providência Divina que «cuida das flores do campo e dos pássaros do céu», guiou esta escrava sudanesa, através de inumeráveis e indizíveis sofrimentos, à liberdade humana e àquela da fé, até a consagração de toda a sua vida a Deus, para o advento do Reino.

Na escravidão
Bakhita não é o nome recebido de seus pais ao nascer. O susto provado no dia em que foi raptada, provocou-lhe alguns profundos lapsos de memória. A terrível experiência a fizera esquecer também o próprio nome.
Bakhita, que significa «afortunada», é o nome que lhe foi imposto por seus raptores.
Vendida e comprada várias vezes nos mercados de El Obeid e de Cartum, conheceu as humilhações, os sofrimentos físicos e morais da escravidão.

Rumo à liberdade
Na capital do Sudão, Bakhita foi, finalmente, comprada por um Cônsul italiano, o senhor Calixto Legnani. Pela primeira vez, desde o dia em que fora raptada, percebeu com agradável surpresa, que ninguém usava o chicote ao lhe dar ordens mas, ao contrário, era tratada com maneiras afáveis e cordiais. Na casa do Cônsul, Bakhita encontrou serenidade, carinho e momentos de alegria, ainda que sempre velados pela saudade de sua própria família, talvez perdida para sempre.
Situações políticas obrigaram o Cônsul a partir para a Itália. Bakhita pediu-lhe que a levasse consigo e foi atendida. Com eles partiu também um amigo do Cônsul, o senhor Augusto Michieli.

Na Itália
Chegados em Gênova, o Sr. Legnani, pressionado pelos pedidos da esposa do Sr. Michieli, concordou que Bakhita fosse morar com eles. Assim ela seguiu a nova família para a residência de Zeniago (Veneza) e, quando nasceu Mimina, a filhinha do casal, Bakhita se tornou para ela babá e amiga.
A compra e a administração de um grande hotel em Suakin, no Mar Vermelho, obrigaram a esposa do Sr. Michieli, dona Maria Turina, a transferir-se para lá, a fim de ajudar o marido no desempenho dos vários trabalhos. Entretanto, a conselho de seu administrador, Iluminado Checchini, a criança e Bakhita foram confiadas às Irmãs Canossianas do Instituto dos Catecúmenos de Veneza. E foi aqui que, a seu pedido, Bakhita, veio a conhecer aquele Deus que desde pequena ela «sentia no coração, sem saber quemEle era».
«Vendo o sol, a lua e as estrelas, dizia comigo mesma: Quem é o Patrão dessas coisas tão bonitas? E sentia uma vontade imensade vê-Lo, conhecê-Lo e prestar-lhe homenagem».

Filha de Deus
Depois de alguns meses de catecumenato, Bakhita recebeu os Sacramentos de Iniciação Cristã e o novo nome de Josefina. Era o dia 9 de janeiro de 1890. Naquele dia não sabia como exprimir a sua alegria. Os seus olhos grandes e expressivos brilhavam revelando uma intensa comoção. Desse dia em diante, era fácil vê-la beijar a pia batismal e dizer: «Aqui me tornei filha de Deus!».
Cada novo dia a tornava sempre mais consciente de como aquele Deus, que agora conhecia e amava, a havia conduzido a Si por caminhos misteriosos, segurando-a pela mão.
Quando dona Maria Turina retornou da África para buscar a filha e Bakhita, esta, com firme decisão e coragem fora do comum, manifestou a sua vontade de permanecer com as Irmãs Canossianas e servir aquele Deus que lhe havia dado tantas provas do seu amor.
A jovem africana, agora maior de idade, gozava de sua liberdade de ação que a lei italiana lhe assegurava.

Filha de Madalena
Bakhita continuou no Catecumenato onde sentiu com muita clareza o chamado para se tornar religiosa e doar-se totalmente ao Senhor, no Instituto de Santa Madalena de Canossa.
A 8 de dezembro de 1896, Josefina Bakhita se consagrava para sempre ao seu Deus, que ela chamava com carinho «el me Paron!».
Por mais de 50 anos, esta humilde Filha da Caridade, verdadeira testemunha do amor de Deus, dedicou-se às diversas ocupações na casa de Schio.
De fato, ela foi cozinheira, responsável do guarda-roupa, bordadeira, sacristã e porteira. Quando se dedicou a este último serviço, as suas mãos pousavam docemente sobre a cabecinha das crianças que, diariamente, freqüentavam as escolas do Instituto. A sua voz amável, que tinha a inflexão das nênias e das cantigas da sua terra, chegava prazerosa aos pequeninos, reconfortante aos pobres e doentes e encorajadoras a todos os que vinham bater à porta do Instituto.

Testemunha do Amor
A sua humildade, a sua simplicidade e o seu constante sorriso, conquistaram o coração de todos os habitantes de Schio. As Irmãs a estimavam pela sua inalterável afabilidade, pela fineza da sua bondade e pelo seu profundo desejo de tornar Jesus conhecido.
«Sede bons, amai a Deus, rezai por aqueles que não O conhecem. Se, soubésseis que grande graça é conhecer a Deus!».
Chegou a velhice, chegou a doença longa e dolorosa, mas a Irmã Bakhita continuou a oferecer o seu testemunho de fé, de bondade e de esperança cristã. A quem a visitava e lhe perguntava como se sentia, respondia sorridente: «Como o Patrão quer».

A última prova
Na agonia reviveu os terríveis anos de sua escravidão e vária vezes suplicava à enfermeira que a assistia: «Solta-me as correntes ... pesam muito!».
Foi Maria Santíssima que a livrou de todos os sofrimentos. As suas últimas palavras foram: «Nossa Senhora! Nossa Senhora!», enquanto o seu último sorriso testemunhava o encontro com a Mãe de Jesus.
Irmã Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na Casa de Schio, rodeada pela comunidade em pranto e em oração. Uma multidão acorreu logo à casa do Instituto para ver pela última vez a sua «Santa Irmã Morena», e pedir-lhe a sua proteção lá do céu. Muitas são as graças alcançadas por sua intercessão.

 
     
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               Arnaldo Janssen   (1837-1909)  
     
 

     Arnaldo Janssen nasceu no dia 5 de Novembro de 1837 em Goch, uma pequena cidade da Baixa Renânia (Alemanha). Era o segundo de 10 filhos e os pais incutiram nele uma grande dedicação ao trabalho e uma profunda religiosidade.
     Foi ordenado sacerdote a 15 de Agosto de 1861 pela Diocese de Münster e foi destinado a trabalhar numa escola secundária em Bocholt, onde se distinguiu como um professor exigente mas justo. Em virtude da sua profunda devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi nomeado Director Diocesano do Apostolado da Oração. Este apostolado encorajou Arnaldo a abrir-se aos cristãos de outras denominações.
     Ele foi um homem consciente das necessidades espirituais de outros povos, para além dos limites da sua diocese e preocupou-se pela Missão Universal da Igreja. Decidiu dedicar a sua vida despertando a Igreja da Alemanha para as suas responsabilidades missionárias. Com tal propósito, ele resignou do seu lugar de professor e, logo em seguida, fundou o «Mensageiro do Sagrado Coração». Esta revista mensal dava notícias da missão e animava os católicos de língua alemã a trabalhar mais pelas missões.
    Os tempos eram particularmente difíceis na Alemanha. Bismarck havia declarado a «Kulturkampf» com uma série de leis contra os Católicos, a expulsão de religiosos e sacerdotes e a prisão de muitos bispos. Nesta situação caótica, Arnaldo Janssen propôs a alguns dos sacerdotes expulsos do país a ida para as missões ou que pelo menos ajudassem na formação de missionários.
     Devagar mas com segurança e com a palavra de encorajamento do Vigário Apostólico de Hong-Kong, Arnaldo descobriu que Deus o chamava para enfrentar essa difícil tarefa. Muitos diziam que ele não era o homem indicado para tal e que os tempos não eram propícios para a fundação. A resposta de Arnaldo foi: «O Senhor desafia a nossa fé e incentiva-nos a fazer algo novo, precisamente quando tantas coisas implodem na Igreja».
     Com a ajuda de alguns bispos, Arnaldo inaugurou no dia 8 de Setembro de 1875 em Styel (Holanda) a casa missionária e esta data é considerada o dia da fundação da Congregação do Verbo Divino. No dia 2 de Março de 1879, partiram os dois primeiros missionários para a China. Um deles era José Freinadmetz.
     Consciente da importância dos meios de comunicação social para atrair vocações e meios económicos, Arnaldo Janssen abriu, 4 meses após a inauguração da casa, uma tipografia. Milhares de leigos generosos ofereceram o seu tempo e esforço na distribuição das revistas de Steyl, contribuindo assim para a animação missionária nos países de língua alemã.
     Desta forma, a comunidade, muito em breve, era composta de sacerdotes e irmãos.
     Entre os voluntários da casa missionária não estavam só homens. Praticamente desde o começo, um grupo de mulheres se pôs ao serviço da comunidade. Estas mulheres desejavam servir a missão como religiosas. O fiel e dedicado serviço que elas ofereciam livremente e o reconhecimento da importância do papel, que a mulher poderia desempenhar na missão, levaram Arnaldo a fundar, no dia 8 de Dezembro de 1889, a Congregação Missionária das Servas do Espírito Santo (SSpS). As primeiras Irmãs foram enviadas para a Argentina em 1895.
     Em 1896 o P. Arnaldo decidiu escolher algumas Irmãs para formar o ramo contemplativo, que seria conhecido como «Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua», SSpSAP. O seu serviço missionário consistiria em manter a adoração permanente do Santíssimo Sacramento, rezando dia e noite pela Igreja e especialmente pelas outras duas Congregações dedicadas ao serviço missionário activo.
     Arnaldo faleceu no dia 15 de janeiro de 1909. A sua vida foi uma permanente procura da realização da vontade de Deus, confiança na divina providencia e trabalho árduo. O crescimento contínuo das comunidades por ele fundadas é a prova evidente de que o seu trabalho foi abençoado. Presentemente, há mais de 6.000 missionários do Verbo Divino trabalhando em 63 países. As missionárias Servas do Espírito Santo são mais de 3.800, e 400 as Servas do Espírito Santo de Adoração Perpétua.

Homilia de João Paulo II

Fonte: site do Vaticano

 
     
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  Daniel Comboni (1831-1881)  
     
 

      Daniel Comboni: um filho de camponeses-jardineiros pobres que se tornou o primeiro Bispo católico da África Central e um dos maiores missionários na história da Igreja.
      É mesmo verdade: quando o Senhor decide intervir e encontra uma pessoa generosa e disponível, acontecem coisas novas e grandiosas.
      
Filho único - pais santos.
      Daniel Comboni nasceu em Limone sul Garda (Brescia - Itália) a 15 de Março de 1831, duma família de camponeses ao serviço de um rico senhor local. O pai e a mãe, Luis e Domenica, eram afeiçoadíssimos a Daniel, o quarto de oito filhos falecidos quase todos em tenra idade. Eles formavam uma família unida, rica de fé e de valores humanos, mas pobre de meios económicos.E é exactamente a pobreza da família Comboni que obriga Daniel a deixar a aldeia natal para ir frequentar a escola em Verona, no Instituto fundado pelo sacerdote Don Nicola Mazza.
      Nestes anos passados em Verona, Daniel descobre a sua vocação ao sacerdócio, completa os estudos de filosofia e teologia e, sobretudo, abre-se à missão da África Central, fascinado pelo testemunho dos primeiros missionários mazzianos que regressavam do continente africano. Em 1854 Daniel Comboni é ordenado sacerdote e três anos depois parte para a África juntamente com outros cinco missionários do Istituto Mazza, com a benção da mãe Domenica que lhe diz: «Vai, Daniel, e que o Senhor te abençoe».
      
No coração da África - com a África no coração.
      Após quatro meses de viagem, a expedição missionária de que Comboni faz parte chega a Cartum, capital do Sudão. O impacto com a realidade africana é enorme. Daniel dá-se imediatamente conta das dificuldades que comporta a sua nova missão. O cansaço, o clima insuportável, as doenças, a morte de numerosos e jovens companheiros, a pobreza e abandono do povo impelem-no cada vez mais a seguir em frente e a não abandonar a missão iniciada com tanto entusiasmo. Da missão de Santa Cruz escreve aos seus pais: «Teremos que sofrer, suar, morrer, mas o pensar que se sofre e morre por amor de Jesus Cristo e da salvação das almas mais abandonadas do mundo é demasiado consolador para nos fazer desistir da grande empresa».
      Ao assistir à morte em África dum seu jovem companheiro missionário, Comboni em vez de desanimar sente-se interiormente confirmado na decisão de continuar a sua missão: «Ou Nigrizia ou morte, ou a África ou a morte».
      E é sempre a África e a sua gente que levam Comboni, uma vez regressado a Itália, a conceber uma nova estratégia missionária. Em 1864, recolhido em oração junto ao túmulo de São Pedro em Roma, Daniel tem uma iluminação fulgurante que o leva a elaborar o seu famoso Plano para a regeneração da África, um projecto missionário (que se pode sintetizar numa intuição, «Salvar a África com a África», e que é fruto da sua ilimitada confiança nas capacidades humanas e religiosas dos povos africanos.
      
Um Bispo missionário original.
      No meio de dificuldades e incompreensões não indiferentes, Daniel Comboni tem a intuição de que a sociedade europeia e a Igreja católica são chamadas a tomar em maior consideração a missão da África Central. Com este objectivo dedica-se a uma incansável animação missionária em todos os recantos da Europa, pedindo ajudas espirituais e materiais para as missões africanas, quer aos Reis, Bispos e grandes Senhores, quer ao povo pobre e simples. Como instrumento de animação missionaria cria uma revista missionária, a primeira em Itália.
      A sua fé inquebrantável no Senhor e na África leva-o a fundar em 1867 e 1872, respectivamente, os seus Institutos missionários, masculino e feminino, posteriormente conhecidos como Missionários Combonianos e Irmãs Missionárias Combonianas.
      Como teólogo do Bispo de Verona, participa no Concílio Vaticano I, levando 70 Bispos a subscreverem uma petição em favor da evangelização da África Central (Postulatum pro Nigris Africæ Centralis).
      A 2 de Julho de 1877 Comboni é nomeado Vigário Apostólico da África Central e consagrado Bispo um mês mais tarde: é a confirmação de que as suas ideias e as suas acções, por muitos consideradas demasiado arrojadas ou até paranóicas, são extremamente eficazes para o anúncio do Evangelho e para a libertação do continente africano.
      Nos anos de 1877-1878 sofre no corpo e no espírito, juntamente com os seus missionários e missionárias, a tragédia duma estiagem e carestia sem precedentes que dizimam a população local e abalam o pessoal e a actividade missionária.
      
Com a cruz por amiga e esposa
      Em 1880, com o entusiasmo de sempre, o Bispo Comboni regressa à África pela oitava e última vez, decidido a continuar, lado a lado com os seus missionários e missionárias, a luta contra a praga da escravatura e a consolidar a actividade missionária através dos próprios africanos. Um ano depois, provado pelo cansaço, pelas frequentes e recentes mortes dos seus colaboradores e pela amargura de acusações e calúnias, o grande missionário adoece. A 10 de Outubro de 1881, com apenas 50 anos de idade, marcado pela cruz que, qual esposa fiel e amada, nunca o abandonou, morre em Cartum no meio da sua gente, consciente de que a obra missionária não morreria. «Eu morro, mas a minha obra não morrerá».
      Daniel Comboni tinha visto bem. A sua obra não morreu; pelo contrario, como todas as grandes obras que «nascem e crescem aos pés da cruz», continua a viver graças à doação da vida feita por tantos homens e mulheres que escolheram seguir Comboni no caminho da árdua e entusiasmante missão entre os povos mais necessitados na fé e mais abandonados pela solidariedade humana.
      As datas fundamentais
      — Daniel Comboni nasce em Limone sul Garda (Brescia - Itália) a 15 de Março de 1831.
      — Consagra a sua vida à África (1849), realizando um projecto que a partir de 1857, ano em que embarca para a África pela primeira vez, o leva várias vezes a arriscar a vida em extenuantes expedições missionárias.
      — Em 31 de Dezembro de 1854, ano da proclamação da Imaculada Conceição de Maria, é ordenado sacerdote pelo Bispo de Trento, o Beato João Nepomuceno Tschiderer.
      — Com a confiança em que os africanos se tornariam eles mesmos protagonistas da própria evangelização dá vida a um projecto que tem por finalidade «Salvar a África com África» (Plano de 1864).
      — Fiel ao seu lema «Ou Nigrizia ou morte», não obstante as dificuldades, prossegue com o seu projecto fundando em 1867 o Instituto dos Missionários Combonianos.
      — Qual voz profética, proclama a toda a Igreja, particularmente na Europa, que chegou a hora da salvação dos povos da África. Para isso ele, um simples sacerdote, não exita em se apresentar no Concílio Vaticano I para pedir aos Bispos que cada Igreja local se comprometa na conversão da África (Postulatum, 1870).
      — Com coragem pouco comum naqueles tempos, concebe as Irmãs missionárias como plenamente participantes na missão da África Central, e em 1872 funda o seu Instituto de Irmãs exclusivamente consagradas às missões: as Irmãs Missionárias Combonianas.
      — Pelos africanos consome todas as suas energias, e luta tenazmente pela abolição da escravatura.
      — Em 1877 é consagrado Bispo e nomeado Vicário Apostólico da África Central.
      — Morre em Cartum (Sudão) consumido pelas canseiras e pelas cruzes na noite de 10 de Outubro de 1881.
      — Em 26 de Março de 1994 é reconhecida a heroicidade das suas virtudes.
      — Em 6 de Abril de 1995 é reconhecido o milagre operado por sua intercessão em favor de uma menina afro‑brasileira, Maria José de Oliveira Paixão.
      — Em 17 de Março de 1996 é beatificado em São Pedro por Sua Santidade o Papa João Paulo II.
      — Em 20 de Dezembro de 2002 è reconhecido o segundo milagre operado por sua intercessão em favor de uma mãe muçulmana do Sudão, Lubna Abdel Aziz.
      — Em 5 de Outubro de 2003 é canonizado em São Pedro por Sua Santidade o Papa João Paulo II.

Homilia de João Paulo II

Fonte: site do Vaticano

 
     
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João Calábria (1873-1954) 

Presbítero
Fundador da Congregação dos Pobres Servos 
e das Pobres Servas da Divina Providência  

 
     
 

          João Calábria nasceu em Verona no dia 8 de outubro de 1873, sétimo e último filho de Luís Calábria, sapateiro, e de Ângela Foschio, empregada doméstica e mulher de grande fé, educada pelo Servo de Deus Pe. Nicolau Mazza, em seu Instituto para meninas pobres.
          Desde o seu nascimento, a pobreza lhe foi mestra de vida. Vindo a falecer seu pai, teve que interromper a 4a série primária e trabalhar como garçom. Pe. Pedro Scapini, Reitor de São Lourenço, percebendo as virtudes do jovem, preparou-o com aulas particulares para os exames de admissão ao 2° grau, no Seminário. Tendo sido aprovado nos exames, foi admitido e freqüentou o 2° grau como aluno externo. Mas teve que interrompê-lo no 3° ano para prestar o serviço militar.
          Neste sentido, o jovem distinguiu-se sobretudo pela sua caridade. Colocou-se a serviço de todos, dedicando-se aos trabalhos mais humildes e arriscados. Conquistou a amizade dos seus colegas e superiores, levando muitos à conversão e à prática da fé.
          Terminado o serviço militar, retornou aos estudos. Numa noite fria de novembro de 1897 - quando freqüentava o l ° ano de teologia - regressando do hospital, onde tinha visitado doentes, encontrou encolhido na porta de sua casa um menino fugido dos ciganos. Então, acolhendo-o, levou-o para sua casa e partilhou com ele o seu pequeno quarto. Foi o inicio de suas obras com os meninos órfãos e abandonados.
          Depois de alguns meses, fundou a "Pia União para a assistência aos doentes pobres", reunindo um grande número de clérigos e leigos.
          Este foi somente o início de uma vida caracterizada totalmente pela caridade. "Todos os instantes de sua vida foram uma personificação do maravilhoso cântico de São Paulo sobre a Caridade", escrevia na sua carta de postulação ao papa Paulo VI uma médica hebréia que o Pe. João Calábria salvou da perseguição nazista e fascista, ocultando-a entre as religiosas do seu Instituto, vestindo-a com o hábito delas.
          Em 1910 fundou também o ramo feminino, as " Irmãs ", sendo reconhecida no dia 25 de março de 1952 como Congregação de direito diocesano, com o nome de " Pobres Servas da Divina Providência" e aos 25 de dezembro de 1981 obteve a Aprovação Pontifícia.
          Tendo sido ordenado sacerdote no dia 11 de agosto de 1901 foi nomeado Vigário Cooperador na paróquia Santo Estêvão e confessor no Seminário. Dedicou-se com zelo especial às confissões e ao exercício da Caridade, privilegiando sobretudo os mais pobres e marginalizados.
          Em 1907, nomeado Vigário da Reitoria de São Benedito ao Monte, começou também a acolher e ajudar espiritualmente alguns soldados. No dia 26 de novembro do mesmo ano, na Rua Case Rotte, iniciou oficialmente o Instituto " Casa Buoni Fanciulli ", que no ano seguinte, foi transferido para um lugar definitivo na Rua San Zeno in Monte, atual Casa Mãe.
          Com os meninos, o Senhor mandou-lhe também alguns leigos que desejavam partilhar com ele a própria doação ao Senhor. Com este pequeno grupo de homens entregues totalmente ao Senhor no serviço aos pobres com uma vida radicalmente evangélica, fez com que a Igreja de Verona revivesse o clima da Igreja Apostólica. E aquele primeiro núcleo de homens foi a base da Congregação dos Pobres Servos da Divina Providência, sendo aprovada pelo Bispo de Verona aos 11 de fevereiro de 1932 e obtendo a Aprovação Pontificia aos 25 de abril de 1949.
          Logo após a aprovação diocesana, a Congregação difundiu-se em várias regiões da Itália, sempre ao serviço dos pobres, dos abandonados e dos marginalizados. Extendeu a sua ação também aos idosos e doentes, dando vida à " Cittadella della Carità ". O Coração apostólico do Pe. João Calábria pensou também nos Párias da índia, enviando, no ano de 1934, quatro Irmãos a Vijayavada.
          O Pe. João Calábria confiou às duas Congregações a mesma missão que o Senhor lhe inspirou desde quando era um jovem sacerdote: "Mostrar ao mundo que a Divina Providência existe, que Deus não é um estrangeiro, mas que é Pai e cuida de seus filhos, contanto que nós O acolhamos e façamos a nossa parte que é buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça" (cf. Mt 6, 25-34).
          Para testemunhar tudo isto, acolheu gratuitamente em suas casas meninos necessitados material e moralmente, criou hospitais e casas para acolher e dar assistência corporal e espiritual aos doentes e idosos. Abriu casas de formação para os jovens e adultos pobres, a fim de ajudá-los a realizar a própria vocação sacerdotal ou religiosa, deixando-os livres para ingressar na diocese ou Congregação que o Senhor lhes tivesse inspirado. Estabeleceu que os seus religiosos exercitassem o apostolado nos lugares mais pobres, "onde não se pode esperar nenhuma recompensa humana".
          "Resplandeceu como farol luminoso na Igreja de Deus". São exatamente estas as palavras que o Beato Cardeal Schuster mandou epigrafar sobre o túmulo do Pe. João Calábria.
          Desde 1939 até o dia de sua morte, em contraste com seu inato desejo de ocultar-se, alargou os seus horizontes até alcançar as fronteiras da Igreja, " gritando " a todos que o mundo poderia salvar-se somente retornando a Cristo e ao seu Evangelho.
          Foi assim que se tornou uma voz profética, um ponto de referência: bispos, sacerdotes, religiosos e leigos, viram nele o guia seguro para eles mesmos e para suas próprias iniciativas.
          Os bispos da Conferência Episcopal do Trivêneto, na carta de postulação endereçada ao papa João Paulo II escreveram: "Pe. Calábria, exatamente para preparar a Igreja do ano 2000 - expressão a ele familiar - fez de sua vida um sofrido e enternecido apelo à conversão, à renovação, à hora de Jesus com acentos impressionantes de premente urgência ... Parece-nos que a vida do Pe. Calábria e a sua mesma pessoa constitua uma "profecia" do vosso apaixonado grito a todo o mundo: "Abram as portas a Cristo Redentor!".
          Ele compreendeu que nesta radical e profunda renovação espiritual do mundo, deveriam ser envolvidos também os leigos. Por isto, em 1944, fundou a " Família dos Irmãos Externos ", constituída por leigos. Rezou, escreveu, agiu e sofreu também para a unidade dos cristãos. Portanto, manteve fraternas relações com protestantes, ortodoxos e hebreus: escreveu, falou, amou e nunca polemizou. Conquistou com o amor. O Pastor luterano Sune Wiman de Eskilstuna (Suécia) que manteve com Pe. Calábria um abundante intercâmbio epistolar, endereçou no dia 6 de março de 1964 uma carta de postulação ao papa Paulo VI para solicitar-lhe a glorificação do seu venerado amigo.
          Este foi o período misteriosamente mais doloroso de sua vida. Parecia que Jesus Cristo o tivesse associado à agonia do Getsêmani e do Calvário, aceitando a sua oferta de ser "vítima" para a santificação da Igreja e para a salvação do mundo. O Beato Cardeal Schuster comparou-o ao Servo de Javé.
          Morreu no dia 4 de dezembro de 1954. Na vigília porém, fez o seu último gesto de caridade: ofereceu a sua vida ao Senhor pelo papa Pio XII, que estava agonizando. Deus aceitou sua oferta: Pe. João Calábria morreu e o Papa, misteriosa e repentinamente recuperou a saúde e viveu por mais quatro anos. O mesmo Pontífice, desconhecendo o último gesto de oferta do Pe. Calábria, mas profundo conhecedor de toda a sua vida, recebendo a notícia de sua morte, em um telegrama de pêsames à Congregação, definiu-o "campeão de evangélica caridade".
          O Pe. João Calábria foi beatificado pelo papa João Paulo II no dia 17 de abril de 1988.

Fonte: site do Vaticano

 
     
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  José Freinademetz  (1852-1908)  
     
 

          Giuseppe (José) Freinadmetz nasceu no dia 15 de Abril de 1852, em Oies (Bolzano), um pequeno aglomerado de casas nas Dolomitas, do Norte de Itália. Foi baptizado no dia em que nasceu e herdou da família uma fé simples e tenaz e uma grande capacidade de trabalho.
          Enquanto estudante de Teologia no Seminário Diocesano de Bressanone (Brixen), ele começou a pensar em dedicar a vida ao serviço das missões. Foi ordenado sacerdote no dia 25 de Julho de 1875 e encarregado da Paróquia de S. Martinho (St. Martin di Badia), muito próximo da casa paterna, onde muito rapidamente conquistou os corações da sua gente. No entanto, o apelo ao serviço da missão não o abandonou. Dois anos após a ordenação entrou em contacto com o P. Arnaldo Janssen, Fundador da casa de Steyl, que ficaria a conhecer-se como Congregação do Verbo Divino.
          Com a autorização do Bispo, José deixou a paróquia e dirigiu-se a Steyl, na Holanda, no mês de Agosto de 1878. No dia 2 de Março de 1879 recebeu a cruz missionária e partiu para a China com o P. João Baptista Anzer, outro missionário do Verbo Divino. Cinco semanas mais tarde, chegavam a Hong Kong, onde ficaram dois anos preparando-se para a etapa seguinte. Em 1881 partiram para a nova missão no Shantung do Sul, uma província com 12 milhões de habitantes e somente 158 cristãos. 
          Os próximos dois anos foram marcados por duras e longas viagens, assaltos de bandidos e as dificuldades na formação das pequenas comunidades cristãs. Logo que uma comunidade começava a organizar-se, uma ordem do Bispo obrigava-o a deixar tudo e a começar de novo.
          José aprendeu desde muito cedo a importância de um laicado empenhado, especialmente dos catequistas, para o trabalho da primeira evangelização. Dedicou muita energia à formação dos Leigos e preparou um manual para a catequese em Chinês. Ao mesmo tempo, juntamente com Anzer, que se tornara bispo, ele dedicou grande esforço à preparação, animação espiritual e formação permanente de sacerdotes chineses e de outros missionários. 
          A sua vida esteve marcada pelo desejo de se transformar num Chinês entre os Chineses e nesse espírito escrevia à família: «Eu amo a China e os Chineses; eu quero morrer e ser sepultado entre eles».
          Em 1889 Freinadmetz adoeceu gravemente de uma laringite e teve um início de tuberculose, devido ao excesso de trabalho e a outros sofrimentos. A insistência do Bispo e dos confrades, ele saiu para o Japão para descansar, na esperança de que recuperasse a saúde. Ele nunca mais se recompôs totalmente e voltou ao trabalho missionário na China.
          Quando no ano de 1907, o bispo empreendeu uma viagem à Europa, Freinadmetz assumiu o lugar de Administrador da Diocese. Durante esse período surgiu uma epidemia de tifo. José, como um bom pastor oferecendo ajuda onde podia, visitava as muitas comunidades até que ele próprio foi infectado. Dirigiu-se a Taikia, sede da Diocese, onde morreu no dia 28 de janeiro de 1908. Ele foi sepultado junto da duodécima estação da Via Sacra e o seu sepulcro transformou-se rapidamente num centro de peregrinação para os cristãos.
          Freinadmetz aprendeu a descobrir a grandeza e beleza da cultura chinesa e a amar profundamente o povo a quem fora enviado. Dedicou a sua vida à proclamação do Evangelho do amor de Deus por todos os povos e à incarnação deste amor na formação das comunidades cristãs da China. Animou essas comundades a abrirem-se em solidariedade com os povos vizinhos. Encorajou muitos Chineses a tornarem-se missionários entre o seu povo como catequistas, religiosos, irmãs religiosas e sacerdotes. A sua vida era bem a expressão deste dito seu: «A linguagem que todo o mundo entende é a linguagem do amor».

Homilia de João Paulo II

Fonte: site do Vaticano

 
     
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